domingo, 13 de setembro de 2015

ODE MONORRIMA EM LOUVOR A PETROLINA




Petrolina, Petrolina,
És a mais bela bambina,
Cuja beleza ajardina
Esta urbe citadina.
Tens porte de bailarina,
Branca pele, alabastrina,
Nos olhos a cor argentina,
Encanta, cativa, alucina.


Inteligência profunda determina,
Um saber de maestrina,
Joia rara, formosa, divina,
Mais mulher do que menina.
Com determinação leonina,
E bondade que ilumina,
Tua imagem Petrolina,
Encanta, cativa, alucina.


Se vagas pela campina,
Sobre a relva esmeraldina,
Pareces formosa bonina,
Junto a fonte cristalina.
E ao banhar os pés na mina,
Borbulhante, Petrolina,
Distraída não atina,
Que encanta, cativa, alucina.


Orgulhosa Petrolina,
Meu coração imagina,
Quando a teus pés se inclina,
Quem em ti entrelaça e combina,
A ternura infantina,
E o brilho da colombina,
Que ao girar da serpentina,
Encanta, cativa, alucina.


Olha com amor Petrolina,
Não tortura, não fulmina,
Quem ante ti se inclina,
E ao te olhar escrutina,
Já percebe, conjumina,
Que no fundo Petrolina,
És mais que singela menina,
Pois tua beleza ferina,
Encanta, cativa, alucina.



Magnífica Petrolina,
De teu orgulho declina,
Em prol da ralé cabotina,
Que tua vida azucrina.
E vem formosa Petrolina,
Nobre, lídima heroína,
Abrandar a triste sina,
Do querer que desatina,
Doce estrela matutina,
Que me encanta, cativa, alucina.




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