Duas flores brotam no jardim do coração, lindas, perfumadas encantadoras.
Crescem unidas e juntas desabrocham, espalhando ao redor as fragrâncias mais extasiantes e, maravilhando aos que tem a felicidade de as perceber e sentir.
Seus nomes: Amor e Amizade
Sentimentos distintos que se completam na sua essência e, que apenas unidos preenchem sua finalidade divina.
Separados perdem sua magnificência e passam a externar apenas negatividade.
Pretender que haja amizade sem amor é sobrepor aos sentimentos altruistas os frios e sórdidos interesses mundanos.
Já o amor sem a amizade é paixão desenfreada, cuja fúria aniquila a virtude e despedaça corações.
Unidos são flama divina.
Duas flores inigualáveis plantadas pelo Eterno em nossos corações, cujo resplendor iluminará nossos caminhos rumo à felicidade de bem saber cumprir nesta vida os desígnios do Senhor.
domingo, 28 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
MEU CANTO LITERÁRIO
Este é meu canto, meu recanto, refúgio onde se encontram meus versos e meus poemas, minhas alegrias e minhas tristezas. Aqui é onde a alma se deleita aos acordes rítmicos do poema e o coração se extasia na melódica sinfonia da criação literária. Chamam-me poeta, mas como, se ser poeta é vibrar em sintonia com as estrelas, externando n'alma a grandiosidade divina a se manifestar em altiloquentes estrofes, cuja beleza métrica transcende minhas modestas e escassas possibilidades?
Mas afinal o que é ser poeta?
SER POETA
Tu me chamas de poeta,
Não sei se tu tens razão,
Pois que nesta vida incerta,
De tantos enganos repleta,
ser poeta é ilusão.
Sei que não sabes querida,
Mas te direi que na vida
Ser poeta é ter na alma,
Uma dor que não se acalma,
É cismar sozinho e triste,
Vivendo da dor que insiste,
Em sangrar seu coração.
No sonho impossível persiste,
Em torturante agonia,
Esperando o amor, que um dia,
Venha trazer-lhe, se existe,
A doce consolação.
Tem o poeta por lema,
Cantar sempre, qualquer tema.
Canta a vida, a paz, a guerra,
Canta o céu, a lua, a terra,
Canta a abelha, canta a flor,
Canta a própria natureza,
Tudo ama sem temor.
Prá ele tudo é motivo,
E sofrimento é eletivo
Para cantar sua dor.
E dor de poeta, menina,
Não existe o que defina,
É infindo amargar.
É viver sempre sorrindo,
Mesmo em dor se consumindo,
Num eterno disfarçar.
É sonhar em ter plausível,
O seu sonho impossível,
De poder realizar.
Imaginando verdades,
Não quer a realidade,
Apenas fantasiar.
Ah, ser poeta é ver o belo,
Sentindo sempre o anelo,
De flores de luz colocar,
Nos caminhos de sua amada,
Para tornar sua jornada,
Um suave caminhar.
Mas afinal o que é ser poeta?
SER POETA
Tu me chamas de poeta,
Não sei se tu tens razão,
Pois que nesta vida incerta,
De tantos enganos repleta,
ser poeta é ilusão.
Sei que não sabes querida,
Mas te direi que na vida
Ser poeta é ter na alma,
Uma dor que não se acalma,
É cismar sozinho e triste,
Vivendo da dor que insiste,
Em sangrar seu coração.
No sonho impossível persiste,
Em torturante agonia,
Esperando o amor, que um dia,
Venha trazer-lhe, se existe,
A doce consolação.
Tem o poeta por lema,
Cantar sempre, qualquer tema.
Canta a vida, a paz, a guerra,
Canta o céu, a lua, a terra,
Canta a abelha, canta a flor,
Canta a própria natureza,
Tudo ama sem temor.
Prá ele tudo é motivo,
E sofrimento é eletivo
Para cantar sua dor.
E dor de poeta, menina,
Não existe o que defina,
É infindo amargar.
É viver sempre sorrindo,
Mesmo em dor se consumindo,
Num eterno disfarçar.
É sonhar em ter plausível,
O seu sonho impossível,
De poder realizar.
Imaginando verdades,
Não quer a realidade,
Apenas fantasiar.
Ah, ser poeta é ver o belo,
Sentindo sempre o anelo,
De flores de luz colocar,
Nos caminhos de sua amada,
Para tornar sua jornada,
Um suave caminhar.
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