quinta-feira, 16 de julho de 2009

Eis-me de volta ao meu pequeno espaço literário. Desta vez não a cantar o amor humano, nem a beleza da natureza, nem a falar da alma humana, de suas esperanças,de seus sucessos e de seus fracassos. Não. Hoje eu convido a todos, amigos e parentes, que costumeiramente leem meus modestos trabalhos, para genuflexos elevarmos, em forma de poema, ao SENHOR DOS MUNDOS, a nossa:

O R A Ç Ã O
Senhor, tu que és poder infinito,
Ouve Senhor o clamoroso grito,
Dos teus filhos, que na terra degredados,
São míseros cativos, deserdados
Nas enxovias, onde impera o sofrimento,
A fome, o abandono e os tormentos
Que dilaceram os corações.
Nas dores que destroem corpo e alma,
Somente teu poder ampara e acalma,
Eleva e conduz ao porto da bonança,
A humanidade, que com fé e esperança
De joelhos busca amparo e proteção.
Dai-nos Senhor, agora e eternamente,
Tua presença de amor luminescente.
Pai Amoroso, de bondade e de Luz,
Que a todos consolais tão docemente,
Permita que possamos humildemente,
Sermos na terra, Servos de Jesus

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